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O que há nas profundezas do oceano?

Postado por Defensor da Natureza em 8 de junho de 2015 recebeu: 0 Comentários »

O dia dos Oceanos se comemora no dia 8 de junho, por isso chegou a hora de conhecermos mais sobre esse ecossistema incrível que se encontra em baixo das águas.

Plantas marinhas: Algas

Assim como nas florestas, no mar também há uma enorme diversidade de plantas, as algas marinhas por exemplo, são elementos importantes dos ecossistemas marinhos, contribuindo para elevar a biodiversidade destes. São plantas fotossintéticas que consomem dióxido de carbono e produzem oxigênio, estão na base da cadeia alimentar servindo de alimento a peixes, moluscos, esponjas, etc.

A grande maioria das algas marinhas ocorre à fixação às rochas, contudo podem crescer associadas a outras plantas ou substratos. Muitas vezes formam associações entre si, protegendo o litoral, ao atuarem como “quebra-ondas”.

As algas podem ter formas variadas: foliáceas, arborescentes, filamentosas, ramificadas. Apesar de existirem em pouca quantidade, por exemplo, no Arquipélago da Madeira estão identificadas aproximadamente 359 espécies de algas. A grande maioria destas espécies (cerca de 64%), pertencem ao tipo das algas vermelhas. As restantes pertencem ao tipo de algas verdes.

 

Uma grande biodiversidade nas profundezas

Graças a tecnologias mais sofisticadas, pesquisas da macrofauna demonstraram que o oceano profundo é muito mais diverso biologicamente do que se imaginava. Em uma única amostra, uma equipe de cientistas encontrou 365 espécies diferentes. Na década de 1990, foi estimado que 10 milhões de pequenos invertebrados — o dobro do encontrado em florestas tropicais — habitavam o fundo do mar.
Somente no fim do século 21, o oceano profundo foi reconhecido como o maior ambiente da Terra, contendo numerosos sub-habitats, com características únicas e uma alta biodiversidade. “Ainda assim, o fundo do mar continua mais do que remoto na consciência pública”, comenta Odd Aksel Bergstad, pesquisador do Instituto de Pesquisas Marinhas da Noruega e coautor do artigo publicado no PloS One.

 

Curiosidades sobre a biodiversidade dos oceanos

  • As águas da Austrália e do Japão são as que apresentam maior biodiversidade, com 33 mil espécies;
  • Mesmo as regiões menos diversas, como o Mar Báltico e o nordeste dos Estados Unidos, ainda têm 4 mil espécies desconhecidas;
  • Os crustáceos representam entre 22% e 35% das espécies marinhas do Brasil, do Alasca, da Antártica, da Califórnia, do Caribe e da Corrente de Humboldt, mas são apenas 10% da biodiversidade do Mar Báltico;
  • Os moluscos representam 26% das espécies da Austrália e do Japão, mas apenas entre 5% e 7% das espécies do Mar Báltico, da Califórnia, do Ártico e o leste e oeste canadense;
  • Plantas e algas são um terço de todas as espécies do Mar Báltico, do Ártico, da Europa e do Canadá. São escassas, contudo, na Antártica, no Caribe, na China, na Corrente de Humboldt, no Pacífico tropical e no Atlântico tropical;
  • Espécies endêmicas compreendem metade das espécies marinhas da Nova Zelândia e da Antártica, e um quarto das encontradas na Austrália e na África do Sul. As águas do Caribe, da China, do Japão e do Mediterrâneo têm menos de 2 mil espécies, e o Mar Báltico possui apenas um tipo de alga marinha;
  • O local onde há mais espécies invasivas é o Mediterrâneo, com 600 espécies que não são típicas daquele ambiente;
  • O percentual de espécies ainda não descritas é estimado entre 39% e 58% na Antártica, 38% na África do Sul, 70% no Japão, 75% no Mediterrâneo e mais de 80% na Austrália.

Postado em: Curiosidades, Datas comemorativas



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